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A internet costuma ser um território que desperta a curiosidade em todas as faixas etárias. Para as crianças e adolescentes, essa “terra desconhecida” causa temor entre pais e cuidadores. O advogado Guilherme Guimarães, especialista em Direito Digital e Segurança da Informação, e o consultor de TI Mario Toews, instrutor de cursos na área de Segurança da Informação, conversaram com a equipe do site Olhar Digital para falar sobre como os pais podem controlar a atuação dos filhos na rede.

A curiosidade típica dessa fase da vida associada à falta de maturidade podem ser os combustíveis para a criação de inúmeros problemas no mundo virtual. A principal preocupação dos pais é com a ação de cibercriminosos – entre eles pedófilos que usam a internet de forma estratégica para captar suas vítimas.

Segundo a União Internacional de Telecomunicações (UIT), 65% dos adolescentes que vivem nos países em desenvolvimento estão online. Nos países desenvolvidos essa marca chega a 94%.

Dados da Unesco mostram que a proporção de crianças e adolescentes afetados por cyberbullying nos países desenvolvidos varia entre os 5% e os 21%. Mas o bullying virtual é apenas um dos riscos a que eles estão expostos. Crimes de pedofilia, exposição a conteúdos inapropriados, acesso a informações privadas, jogos virtuais que estimulam a violência são algumas situações.

A matéria do Olhar Digital mostra algumas formas de os pais monitorarem o que os filhos acessam e a forma como se comportam na rede mundial de computadores.

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